sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Agora?!

Mais vale tarde do que nunca.

A Srª Secretária de Estado Idália Moniz, anunciou hoje no encerramento da apresentação do estudo “Mais qualidade de vida para as pessoas com deficiências e incapacidades – Uma estratégia para Portugal”, a realização, a curto prazo, de um estudo sobre os custos da deficiência.

Regozijamo-nos com o facto de
que uma das propostas que fizemos seja finalmente posta em prática. Mas continuamos a não compreender como se retiram benefícios fiscais, que serviam exactamente para compensar estes custos, sem que o Governo fizesse a mínima ideia da sua quantificação.

Na altura demonstrámos, apresentando estudos internacionais, que nem os benefícios fiscais que existiam compensavam os acréscimos de custos suportados por uma pessoa com deficiência para ter a mesma qualidade de vida que os seus colegas de trabalho sem deficiência.

A justeza das propostas que adiantámos então está agora confirmada

4 comentários:

HALM disse...

Seria interessante sabermos a quem foi encomendado o estudo. Talvez assim percebecemos melhor quem vive à nossa custa

JFS disse...

A questão não se pode pôr nesse termos. Interessa saber é se é uma equipa competente. Não sabemos sequer se foi adjudicado. A única coisa que sabemos é a intenção de promover esse estudo. Acompanharemos os próximos desenvolvimentos e tentaremos acompanhar a execução do estudo, que poderá ser uma peça fundamental para fundamentar o que sempre temos dito:
É necessário compensar os custos da deficiência que são decorrentes do facto desta sociedade não ter em consideração as necessidades das pessoas com deficiência.

Manuel Damas disse...

Apoio e vou continuar a apoiar a vossa causa.
É indigno o que se faz neste País, neste momento com os benefícios fiscais às pessoas portadoras de incapacidades!
Um bom 2008.

Anónimo disse...

Independente da bondade inequívoca destes estudos - será que finalmente é assunto a ser levado a sério pelo governo? - é notável a lata de todo este processo, em que primeiro se cortam os benefícios fiscais e DEPOIS se propõe o estudo do seu interesse e viabilidade...